Someone Still Loves You, Boris Yeltsin
Com essa enxurada de bandas novas com que temos convivido (e vamos conviver cada vez mais), uma banda com nome diferente e atraente ganha um destaque e uma maior chance de ser ouvida. A única pena é que muitas delas têm decepcionado ao menos para mim. Não vejo graça em Clap Your Hand Say Yeah, não gosto de Say Hi To You Mom, já até tentei gostar da VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia e também não vou muito com a cara do Doest It Offend You, Yeah? nem do Harry and the Potters. Se bem que eu gosto de Charme Chulo, I´m From Barcelona (considerando que eles são 29 suecos), Flaming Lips e, lógico, Bidê ou Balde. Mas, para mim, a melhor banda com nome legal é o Someone Still Loves You, Boris Yeltsin.

ele já aprovou!!!
Se Broom, o primeiro CD desta banda americana de Springfield (acho que o nome Someone Still Loves You, Homer Simpson iria ficar meio óbvio) não chegou a me conquistar por completo (apesar de ter a belíssima "What`ll We Do"), o novo álbum que acaba de ser lançado é simplesmente incrível. Muito distante de qualquer trauma do segundo CD, Pershing é um disco completo cheio de músicas boas de cantar e colocar em um ensolarado pic nic familiar. Sim, porque é o típico disco que agrada à todos. Ouso dizer que ele é ainda melhor que o Yoko, do Beulah, apesar de ainda não chegar ao Coast is Never Clear. Aliás, a comparação com o Beulah é inevitável. Desde o tom de voz do cantor Philip Dickey até a delicadeza das músicas. E lógico que as comapração com as bandas que ambicionam o dream pop como Shins, Elliot Smith, Ben Kweller, Bright Eyes etc. não têm como não serem feitas.
Para mim, as melhores (por enquanto) são "Some Constellation" (que eu já dei destaque aqui embaixo) e "Heers" - que lembram e muito Elliot Smith. Mas "Think I Wanna Die" é excelente (tweeeeeee), "Dead Right" é fantástica, "Beach Song" é uma delicinha e por aí vai...

Pega, pega

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